sábado, 19 de novembro de 2011

Estilo Maquiagem 3D
















www.estilolv.mercadoshops.com.br


Já ouviu falar em maquiagem 3D


Ela surgiu há pouco tempo e chama atenção     porque abre novas possibilidades de brilhos,  cintilancias, iluminação e relevo, que são responsáveis por efeitos de volume e profundidade.
Outro diferencial tem a ver com as cores que são extremamente pigmentadas e apresentam uma fixação bem maior do que a das makes normais, duram em média 12 horas sem borrar ou perder o brilho.
Desde que foram lançados, esses cosméticos só apareciam nas maletas dos profissionais, mas agora você pode estar comprando a sua em: www.estilolv.mercadoshops.com.br.
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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Estilo E-Shopping


Acesse meu novo e-shopping www.estilolv.mercadoshops.com.br, lá vocês vão encontrar vários produtos legais, vale a pena conferir.













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Estilo Maquiagem



Maleta em alumínio com várias divisórias

 Sombras 3D com brilho e boa fixação




Pra quem gosta de maquiagem, ou até quer dar um belo presente, aí vai uma sugestão, linda maleta de maquiagem Jasmyne com vários produtos bem legais, veja abaixo.


O Kit é composto por:
1 maleta com espelho interno
60 sombras para os olhos
2 blushes, 8 batons
2 batons em bastão
1 máscara para cílios
5 brilhos fracos em pó
2 brilhos para os lábios
1 glitter
1 lápis delineador para os olhos
1 para os lábios
1 apontador
3 pincéis com ponta de cerdas
3 aplicadores
1 pente para sobrancelhas
1 estojo para guardar os pincéis
1 lixa, 2 esponja e 1 espelho

Compre neste link


http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-202517678-maleta-kit-de-maquiagem-jasmyne-v510-brinde-_JM
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Estilo Schutz New Store - Salvador Shopping


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sábado, 18 de junho de 2011

Estilo Arezzo






Para os dias de meia estação e também de inverno a dica é a coleção de inverno 2011 da Arezzo, vejam que lindas as botas, ankle boots e open boots, quero TODAS!!!!
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Estilo Oxford



O sapato oxford, antes restrito ao guarda-roupa masculino, acabou se tornando presente e desejo entre as mulheres. O oxford feminino, também conhecido como sapato bicolor é tendência e poderá ser usado em qualquer estação.
Este sapato recebeu esse nome por ser muito usado entre os estudantes na universidade de Oxford, na Inglaterra. Em seu modelo tradicional e mais conhecido, o sapato oxford é caracterizado por ser totalmente fechado e com amarração de cadarço. Agora, o clássico sapato masculino ganhou os pés femininos em versões mais modernas, lindas e charmosas, o sapato oxford agora pode ser encontrado em modelos com salto, bico fino, bico arredondado ou bico alongado.
E então meninas, vocês já tem um oxford pra desfilar com elegância por aíneste inverno?








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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Estilo Santo Antonio


Santo Antonio - 13 de Junho

Um pouco sobre Santo Antonio
No dia 13 de junho comemora-se o dia de Santo Antônio de Pádua, que ficou conhecido como o santo casamenteiro, protetor das questões relacionadas ao amor e ao matrimônio.

Ele é um santo português que se juntou as causas franciscanas e foi parar em Pádua na Itália (onde morreu).

Ele tem o dom da comunicação, diziam que todos entendiam suas pregações, ele falava em qualquer língua. Por isso, conseguia fazer com que as pessoas se entendessem, e assim, unir casais, amigos, coisas… A fama de santo casamenteiro vem daí. Ele também encontra as coisas pra gente, como São Longuinho: podemos pedir para Santo António nos ajudar a encontrar algo perdido (até um amor!).

Ele carregou o menino Jesus para Maria descansar, então sempre vemos um menino em seu colo nas imagens. Além disso, podemos reconhece-lo pelo vestuário franciscano e o lírio branco.

Santo António fazia pães em Pádua para distribuir aos pobres, esse é seu alimento. O pão também é o Santo a quem recorrer para que sempre haja abundância e alimento em casa.


Salve Santo Antonio!!!!


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domingo, 12 de junho de 2011

Estilo Inverno


Com a chegada do frio sempre ficava em dúvida de como usar um belo cachecol, lenço ou scarf, então recebi este video bem legal com 25 maneiras de se usar, vale a pena ver!

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domingo, 22 de maio de 2011

Estilo Tacacazeira



Receita do Tacacá

Ingredientes
  • 2 litros de tucupí
  • 4 dentes de alho
  • 1 colher (chá) de sal
  • 4 pimentas de cheiro
  • 2 maços de jambu
  • 1/2 kg de camarão salgado (seco)
  • 1/2 xícara (chá) de goma de mandioca
  • Pimenta de cheiro
Modo de preparo
  • Coloque em uma panela o tucupí, tempere com alho, chicória, alfavaca e sal.
  • Leve ao fogo e deixe levantar a fervura.
  • A seguir baixe o fogo, tampe a panela e deixe cozinhar por 30 minutos.
  • Cozinhe o jambu em água quente, deixe cozinhar até os talos ficarem macios, retire e escorra.
  • Reserve.
  • Retire a cabeça do camarão e deixe de molho em uma vasilha com água para retirar o sal.
  • Ferva 4 xicaras (chá) de água com sal à gosto, dissolva a goma em uma vasilha com água fria.
  • Acressente ao poucos na água fervendo, até ficar um mingau grosso, ou, ao ponto de sua preferência.
  • Sirva em uma cuia nesta sequência: duas colher de sopa de tucupí, uma concha de goma, uma concha de tucupí, algumas folhas de jambú e 5 camarões, sal e pimenta à gosto.
  • Na falta da goma de mandioca pode ser usada o povilho azedo.
Dica
  • Tucupi é um molho de cor amarela extraído da raiz da mandioca brava, que é descascada, ralada e espremida (tradicionalmente usando-se um tipiti).
  • Depois de extraído, o molho "descansa" para que o amido (goma) se separe do líqüido (tucupi).
  • Inicialmente venenoso devido à presença do ácido cianídrico, o líqüido é cozido (processo que elimina o veneno), por horas, podendo, então, ser usado como molho na culinária.
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Estilo Paraense



Como uma boa paraense e ainda longe de casa, tem certos dias que me bate um desejo de tomar um Tacacá, que só de olhar esta foto já me deu água na boca.
Hoje recebi uma crônica interessante e meu desejo só aumentou, então resolvi dividir com vocês, só quem é de lá ou já passou por lá e tomou um Tacacá vai entender e concordar comigo.

 Tacacá não é uma comida nem uma bebida, é um Desejo!!!!


O TACACÁ¹

Por Vera Mogilka²

"O tacacá, toma-se? bebe-se? sorve-se? saboreia-se? Não, O tacacá deseja-se, de repente, como se deseja uma mulher, como se deseja retornar ao amor da adolescência.
O tacacá possui o toque agudo da saudade. A memória de seu sabor salgado e ardente assalta-nos sem aviso, em pleno dia, em determinadas horas de distração. Naquele momento involuntário de repouso quando, por fim ao cair da tarde sobre o rio, respiramos. Certo e pequeno instante, dezenas de sugestões cruzam a mente. Todos os atos gratuitos e cheios de graça da vida: uma criança correndo na grama, braços em repouso e um regaço, mãe amamentando o filho, avião acendendo e apagando as luzes na bruma da noite, navio singrando a baía, luar úmido sobre igarapés, vontade de tomar tacacá. Desejo de tacacá. Porque, para tomá-lo, é preciso, antes de tudo, um ritual.
É preciso que seja ao anoitecer. Ainda não de todo noite completa; ainda não dia findo. Àquela hora semi-crepuscular, indecisa e feminina quando, por fim, o céu se envolve de um azul-cinzento intenso ou aquela chuva antes da saída da lua. É preciso que estejamos cansados, tão fatigados que nada nos afigure mais necessário, naquele momento, do que tomar um tacacá. Nem o bate-papo informal com o amigo. Nem o café no Central. Nem o olhar à mulher que passa. Apenas, a procura, a única procura por um tacacá, com pouca pimenta ou muita e bem quente.
Depois, é preciso que haja um banco. Tacacá toma-se sentado para que o corpo repouse e possa se entregar completamente ao prazer de saboreá-lo. Porque o tacacá é extremamente absorvente. Quando bem feito, o que ocorre pouco. Pois fazê-lo e tomá-lo é uma arte. É preciso, também, que a noite desponte ao chegarmos junto ao carrinho de tacacá. E comece a chover, levemente. Faça algo de frio, algo de úmido. O que não é difícil em Belém.
Depois, como estamos cansados e queremos esquecer, esperamos. Uma paciência longa e calma, até que a dona do tacacá termine por prepará-lo. De preferência que seja em Nazaré ou olhando a Igreja da Trindade. É preciso que o tucupi seja leve, amarelo-canário e novo. Que a goma bóie no líquido, espalhada por acaso e se mostre apenas por alguns instantes; que não haja muita folha; que os três ou quatro camarões sejam médios, nem grandes demais ou minúsculo e somente uma parte deles apareça, a ligeira carne rósea a deixar-se entrever, adivinhar-se na cuia olorosa. Depois, é preciso que haja sal e pimenta de cheiro, mas não em demasia; o suficiente para nos queimar a alma nos primeiros goles e reanimar o corpo; então renascemos para a noite e a alegria novamente nos habita. O suficiente apenas para desvanecer seu fervor após esses primeiros goles e tornar-se depois, uma presença quente, já quase uma memória, na ponta da língua.
É preciso saber tomar o tacacá. Aos primeiros sorvos integralmente seu calor, sua salinidade, seu gosto de mar quente, de arbusto e molusco que os lábios experimentam fugidiamente. É preciso que o jambu e os camarões pousem lentamente no fundo da cuia e venham à boca, por si mesmos, sem o auxílio dos dedos. É necessário que não sejamos interrompidos. Apenas um aceno de cabeça aos conhecidos que passam. Um filtro mágico que se bebe em silêncio e solidão. Somente a comunicação imperceptível com a tacacazeira: feiticeira moderna numa terra onde as lendas ainda sobrevivem em um mundo que se materializa inexoravelmente.
Chegados ao fim do tacacá, é preciso que o mesmo ainda se conserve morno, assim como o fim de um amor. Jamais frio. Não existe nada pior do que um tacacá frio. É como champanhe sem gelo. Neste momento tomaremos contacto real com as grandes porções maternais de goma penetradas pelo tucupi e pela amargura das folhas. Há sempre um gato gordíssimo perto do carro de uma tacacazeira. Ele comerá, displicentemente, as cascas de camarão que atirarmos ao chão. A cuia está vazia.
Agora, o mais importante: jamais repetir o tacacá, na mesma noite. A segunda cuia nunca devolverá o sabor da primeira. O primeiro tacacá daquele dia é único, autêntico, original, insubstituível como o gosto do primeiro beijo. Como a primeira entrega de amor. Porque os tecidos de nosso cansaço e de nossos desejos são satisfeitos. Porque foi necessário todo um dia infrutífero e todo um sol de toda uma chuva para alcançá-la. Todo o equívoco das relações humanas, toda a falta de solidariedade, de cortesia, de amizade e de comunicação com os outros.
A decepção será fatal se arriscarmos um segundo, fiéis à gula. É preciso permitir-se um resto de fome, um resto de desejo para o dia seguinte, um resto de tristeza intransferível. Quando a baía abrir suas margens de musgo para recolher as asas do dia; quando a lua surgir em seu halo de chuva; quando chegarmos ao fim de nossas tarefas cotidianas, então, novamente, sentiremos na ponta da língua a subtaneidade acre do tucupi. Paraenses, não vos espanteis com essa narrativa. O que, para vós é banal e acessível desde a infância, para um sulista é um mistério, uma surpresa e um inédito prazer. Muito comum é o visitante de outro Estado que vem a Belém pela primeira vez e olha, desconfiado, aquele grupo de pessoas ao redor de um carro de tacacá. Os movimentos das mãos da tacacazeira lavando as cuias e servindo-as, Os utensílios toscos, rudimentares. O turista, cheio de suspeitas e de teorias anticépticas, recusa-se a prová-la com argumentos de falta de higiene. Procura máquinas a vapor que sequem automaticamente as cuias. Busca torneiras reluzentes de onde jorre um tucupi sintético e insosso; e só encontra aquela magia indígena, obscura, inconsciente perante a qual recua porque seu coração não possui mais raízes fixas no mistério da natureza. Porque não é mais um homem natural.
Paraenses, vós desconheceis vossas próprias riquezas. Dia chegará a que o gigante levantará a grande cabeça de florestas de seu berço esplêndido e o Brasil será redescoberto (não mais pelos portugueses). O tacacá deixará de ser um usufruto particular e banal. E, em clima frio e chuvoso como o de São Paulo será servido à noite, entre centenas de sessões de cinemas super luxuosos. Milhares de tacacás industrializados, produzidos por intrincados mecanismos de alumínio e aço. E o mistério amazônico perder-se-á para sempre. Será recolhido ao coração de alguma floresta ainda virgem, porém, impenetrável e densa. Lá onde os homens não possam mais capturá-lo e bebê-lo, distraidamente, sem amor e sem ritos. Lá onde, enfim, seu selvagem sabor repouse intacto e inacessível no bojo do tempo.¹

¹ - Crônica publicada dia 16 de fevereiro de 1964, no jornal "A Província do Pará", editado diariamente em Belém do Pará.

² - VERA MOGILKA, turista gaúcha, retratou de modo interessante o Tacacá em diversos dos seus aspectos.

Esta crônica foi transcrita no livro “A mandioca na Amazônia”, de autoria do engenheiro agrônomo Milton Albuquerque, pesquisador do Instituto Agronômico do Norte, hoje Embrapa, em Belém do Pará, em 1966.









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